quinta-feira, 30 de julho de 2009
CARNAVAL DOS CAMINHEIROS 1997
quarta-feira, 29 de julho de 2009
CARNAVAL DOS CAMINHEIROS - 1996
terça-feira, 28 de julho de 2009
CARNAVAL DOS CAMINHEIROS - 1995
Foi assim que nessa noite, pela primeira vez, incorporei a figura do fotógrafo "a la minute", com uma máquina de características únicas e se exibiu o conjunto "Os BatnAvó".
Para o conjunto e quase em cima do acontecimento, foi-me pedida uma letra, e num esforço à criatividade da rima lá surgiu uma dedicada à Ciciolina, que então estava na berra devido às suas extravagâncias pornográficas e recente visita a Lisboa.
Não deu para ensaios do grupo nem mesmo para adaptação à letra, mas a exibição dos "BatnaAvó" foi um êxito.
Para recordar, aqui fica a letra da canção:
Refrão
Mostra a mama óh Ciciolina
Mostra a mama a toda a gente
Mostra a mama óh Ciciolina
Para o Zé ficar contente
A saia da Ciciolina
Deixa ver a cuequinha
Quando ela a deita p’ra baixo
Logo se vê a ratinha
A saia da Ciciolina
Foi feita para descer
Também a sua ratinha
Foi feita para … mijar
A saia da Ciciolina
Deixa ver as suas fraldas
Viram lá uma coisa grossa
Era um boneco das Caldas
A saia da Ciciolina
Guarda cobras e lagartos
Fartam-se de comer a fruta
Para ver se ficam fartos
A saia da Ciciolina
Tem um buraco por trás
Quando o Zé o vai tapar
Já nunca sabe o que faz
A saia da Ciciolina
Tapa um grande aspirador
É um buraco sem fundo
Até engole um tractor
Nas nalgas da Ciciolina
Desenharam lá um U
Se querem pôr o assento
Têm d’o meter no cú
Para acabar a cantiga
Da saia da Ciciolina
Pega-se fogo à ratinha
Regada com gasolina
O local da brincadeira foi no edifício do restaurante do parque de campismo, na altura ainda em construção.
Dada a presença deste fotógrafo, já então com fama de paparazzi, havia que "inventar um evento" para o desfile do dia seguinte.
E rapidamente se formou a cena do casamento com noivos, menino das alianças, convidados e, naturalmente, o fotógrafo a fazer a reportagem.
A população foi sendo também apanhada no "cliché", sempre que era convidada para ser fotografada com os foliões, mas ignorando que uma máquina verdadeira ia fotografando as suas reacções com os efeitos do "disparo" da objectiva.
O conjunto de imagens então recolhidas são elucidativas quanto ao êxito das brincadeiras improvisadas para o baile dos mascarados e para o desfile do dia seguinte.
domingo, 26 de julho de 2009
CARNAVAL DOS CAMINHEIROS - 1994
Neste, como noutros "regressos ao passado" da memória, detenho-me em mais um dos bons momentos que o Carnaval vivido pelos Caminheiros da Gardunha nos proporcionavam.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
CARNAVAL DOS CAMINHEIROS - 1993
Já o escrevi aqui mais do que uma vez, esta forma de "viajar" não tem limites quanto à duração da "viagem" nem ao tempo em que se situa, dependendo apenas do alcance da memória. E esse é ilimitado.
Desta vez vou instalar-me no "miradouro" que permite visionar a organização dos primeiros desfiles do Carnaval, sustentado nas imagens que ficaram desses momentos, recuando até ao ano de 1993.
Dizer que aqueles surgiam de forma expontânea, é pretender simplificar muito a questão quanto à ideia, a origem de textos, os artefactos a utilizar e a mobilização das pessoas que seriam necessárias para compor os quadros. E como responsável pelo grupo, essas e outras responsabilidades tinha de as assumir naturalmente, embora a colaboração dos demais elementos nunca tivesse faltado.
Se bem que a primeira saída para a rua - naquilo que foi chamado de primeiro desfile - se baseasse no disfarce, mais elaborado ou menos elaborado, conforme a imaginação, já os que se seguiram foram sustentados na crítica a diversas situações locais.
Sendo nessa altura um grupo não organizado em termos estatutários, tinha na colaboração entre todos a sua grande virtude, pois não havia reservas de qualquer espécie quanto ao espírito de convívio, sempre baseado na boa disposição e alegre aproveitamento dos momentos de ócio.
E era de forma descomplexada que assumíamos as figuras do Carnaval e vínhamos para a rua "provocando" no bom sentido a população, que se associava aos foliões e conferia à festa as caracterísicas que deve ter o Carnaval.
A figura de "Madona/Mamona" que então assumi é um dos exemplos, numa terça-feira de Carnaval em que os funcionários públicos não tiveram tolerância de ponto e por isso receberam a nossa visita na Câmara Municipal do Fundão.
Tempos que irei aqui recordar através das imagens que fazem parte do meu arquivo de imagens, que ficou desses tempos de boa memória.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Como concretizar o sonho de viajar
segunda-feira, 13 de julho de 2009
"O teatro dá sabor à vida"

O dia seguinte continuou a ser de alimento para o corpo, com uma gostosa cataplana de tamboril e marisco, na Nazaré, onde não deixamos de ir sempre que estamos por perto. Aliás, a Nazaré é sempre um bom destino para nós.
Mas depois também alimentámos o espírito, visitando a Quinta dos Loridos, da Fundação Berardo, perto do Bombarral (saída 12 da A8).
Chamado de "Buddha Eden" ou Jardim da Paz, é um espaço de cerca de 35 hectares, que pretende ser um espaço de reconciliação, meditação, "... como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz". É o que se lê dos objectivos que levaram à sua criação, idealizada e concebida "pelo comendador José Berardo em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan" pelo governo talibã, no Afeganistão.

